Identificação electrónica dos animais

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microchip-2

A identificação electrónica de animais de companhia iniciou-se, na Europa, há cerca de 15 anos. Países como a Bélgica, a Dinamarca e a Espanha, viram na identificação electrónica um método idóneo para uma identificação animal correcta, séria e eficaz, permitindo desenvolver o conceito de responsabilização dos proprietários dos animais, melhorando problemas como o abandono. 

A identificação de animais através de microchips é um método seguro e que é aplicável à maioria das espécies como cães, gatos, aves, répteis e animais exóticos.

Em Portugal o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários assinou um protocolo que estabelece a criação e gestão de um banco de dados com a identificação de animais de companhia: SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO E REGISTO ANIMAL – SIRA/SNMV.

Com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 312/2003 de 17 de Dezembro de 2003, passou a ser obrigatória a identificação por microchip das raças consideradas perigosas.

O microchip é constituído por um código exclusivo e inalterável, gravado a lazer e encapsulado num vidro cirúrgico e micro revestido com uma capa de polipropileno bio-compatível e anti-migratório que tem o tamanho de um bago de arroz, com aplicação por via subcutânea.

in Hospital Veterinário do Porto

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